Guia de emissao de documentos fiscais

Operacoes onerosas e novas regras da Reforma Tributaria

Resumo do PDF fornecido, confrontado com portais oficiais da Receita Federal, ENCAT, CGIBS, CGNFS-e e Portal do CT-e.

Versao para leitura: 21 de setembro de 2026

Como usar este guia

Importante: este material e um guia de estudo. Os exemplos numericos sao didaticos e nao substituem a validacao do XML, das tabelas de CST, cClassTrib, NCM, aliquotas e da Nota Tecnica vigente no emissor.

O PDF analisado define a operacao onerosa como qualquer fornecimento de bem ou servico com contraprestacao. A classificacao da operacao deve ocorrer antes da escolha do documento fiscal e do tratamento do IBS e da CBS.

Sumario

  1. Conceito e tipos de operacao onerosa
  2. Regras gerais de emissao
  3. Exemplos por tipo de operacao
  4. Operacoes nao onerosas
  5. Situacoes especiais
  6. Documentos fiscais e cronograma
  7. Checklist antes da autorizacao
  8. Estruturas dos documentos fiscais eletronicos
  9. Fontes oficiais e controle de versao
  10. Emissores recomendados e videos

1. Conceito e tipos de operacao onerosa

O material considera onerosas as operacoes decorrentes de:

TipoExemploDocumento a avaliar
Compra e vendaVenda de mercadorias para empresa ou consumidor.NF-e ou NFC-e.
Troca ou permutaEntrega de equipamento em troca de outro bem.Documento de cada fornecimento.
Dacao em pagamentoEntrega de maquina para quitar divida.NF-e ou documento aplicavel ao bem.
LocacaoAluguel de maquina, bem movel ou imovel.NFS-e conforme a hipotese e o leiaute.
Licenciamento, concessao ou cessaoLicenca de software ou cessao de direito.NFS-e ou documento especifico.
Mutuo onerosoEmprestimo com juros.Conforme a natureza e o leiaute aplicavel.
Direito real onerosoConstituicao onerosa de direito de uso.Conforme o direito e a operacao.
ArrendamentoArrendamento mercantil de equipamento.Conforme a estruturacao contratual.
Prestacao de servicosConsultoria, transporte, comunicacao ou outro servico.NFS-e, CT-e, CT-e OS, NFCom ou outro DF-e.

O PDF tambem afirma que o IBS e a CBS podem incidir sobre operacoes com ativos nao circulantes e sobre operacoes economicas nao habituais.

2. Regras gerais de emissao

Regra de classificacao: primeiro identifique o bem ou servico, a contraprestacao, o adquirente, o destinatario e o momento do fornecimento. Depois confira NCM, CST, cClassTrib, aliquotas, reducoes, imunidade, isencao, suspensao ou regime especifico.

3. Exemplos por tipo de operacao

3.1 Venda de mercadoria

Cenario: venda de mercadorias por R$ 10.000,00 para uma empresa.

Conforme o PDF, em 2026 IBS e CBS sao informados no XML, mas nao compoem o total da nota no exemplo apresentado. A partir de 2027, o material informa que passam a ser considerados no total conforme as regras aplicaveis.

3.1.1 Simulacao sobre receita de R$ 10.000,00 para 2027

Conclusao da pesquisa: nos portais oficiais consultados em 21/09/2026, nao foi localizada uma aliquota nacional definitiva de IBS ou CBS para 2027 aplicavel indistintamente a todas as operacoes. A aliquota efetiva depende do ente, do regime, do item, do `cClassTrib`, de reducoes e da regulamentacao vigente. Portanto, nao e seguro colocar um percentual projetado como se fosse aliquota oficial.
TributoSituacao para 2027Como calcular sobre R$ 10.000,00
CBSA aliquota aplicavel devera ser a publicada para a operacao e o regime do contribuinte.R$ 10.000,00 x aliquota CBS vigente. Ex.: se a tabela oficial informar 8,80%, o valor matematico seria R$ 880,00; o percentual e apenas hipotetico ate publicacao oficial.
IBS estadualDepende da parcela estadual e da aliquota aplicavel ao local e ao tratamento do fornecimento.R$ 10.000,00 x aliquota IBS-UF vigente. O resultado nao pode ser preenchido sem a tabela oficial.
IBS municipalDepende da parcela municipal e da regra da operacao.R$ 10.000,00 x aliquota IBS-Mun vigente. O resultado nao pode ser preenchido sem a tabela oficial.
Imposto SeletivoSomente se o bem ou servico estiver no campo de incidencia e conforme aliquota especifica.R$ 10.000,00 x aliquota IS aplicavel; para uma venda comum fora do campo de incidencia, considerar R$ 0,00.

Formula para a nota: IBS total = 10.000 x (pIBSUF + pIBSMun); CBS = 10.000 x pCBS; IS = 10.000 x pIS, respeitando base de calculo, reducoes, diferimentos, creditos, regimes especificos e arredondamentos do leiaute.

Exemplo meramente matematico: se, em uma futura tabela oficial, a operacao tivesse CBS de 8,80%, IBS-UF de 9,00%, IBS-Mun de 8,00% e IS de 0%, sobre R$ 10.000,00 resultariam CBS de R$ 880,00, IBS-UF de R$ 900,00 e IBS-Mun de R$ 800,00. Total ilustrativo de novos tributos: R$ 2.580,00. Esses percentuais nao devem ser usados na emissao sem confirmacao no Portal NF-e/NFS-e e na Nota Tecnica vigente.

Regra para parametrizacao: em 2027, o ERP deve buscar a aliquota por vigencia, UF/municipio, regime e `cClassTrib`. Se a tabela oficial ainda nao estiver publicada para a operacao, a nota nao deve ser emitida com uma estimativa encontrada em blog, noticia ou planilha nao oficial.

3.1.2 Demonstracao de emissao com os itens da operacao

Cenario didatico: venda de 100 unidades de um produto, a R$ 100,00 cada, para uma pessoa juridica. Valor da mercadoria: R$ 10.000,00. Frete, seguro, desconto e outros encargos: R$ 0,00. O mesmo roteiro pode ser adaptado para NFS-e, substituindo produto/NCM por servico/codigo de servico.

Item a preencherExemplo de demonstracaoConferencia
DocumentoNF-e modelo 55, operacao normal, ambiente de homologacao.Confirmar se a operacao exige NF-e ou NFC-e e se o ambiente e producao/homologacao.
EmitenteCNPJ, razao social, IE e endereco do estabelecimento vendedor.Cadastro ativo e certificado habilitado.
DestinatarioCNPJ, razao social, IE e endereco do comprador.Deve ser o real adquirente/destinatario.
ItemProduto X; quantidade 100; unidade UN; preco unitario R$ 100,00; total R$ 10.000,00.Descricao, NCM, GTIN quando aplicavel e unidade coerentes.
ClassificacaoCST e cClassTrib a consultar na tabela vigente para o produto.Nao copiar o codigo do exemplo de outro item ou regime.
Base IBS/CBSR$ 10.000,00, antes de aplicar eventual reducao ou tratamento especial.Conferir descontos, frete, seguro e demais componentes.
IBS-UFR$ 900,00 no cenario hipotetico de 9,00%.Substituir pela aliquota oficial vigente da UF e do cClassTrib.
IBS-MunR$ 800,00 no cenario hipotetico de 8,00%.Substituir pela aliquota oficial do municipio e da operacao.
CBSR$ 880,00 no cenario hipotetico de 8,80%.Substituir pela aliquota oficial vigente da CBS.
Imposto SeletivoR$ 0,00, se o produto nao estiver no campo de incidencia.Verificar se ha hipotese legal de IS.
Total didaticoMercadoria R$ 10.000,00 + tributos ilustrativos R$ 2.580,00 = R$ 12.580,00.O total real depende do leiaute e da regra de composicao da nota vigente.
<det nItem="1">
  <prod>
    <cProd>PRODUTO-X</cProd>
    <xProd>Produto X</xProd>
    <NCM>NCM-VIGENTE</NCM>
    <uCom>UN</uCom>
    <qCom>100.0000</qCom>
    <vUnCom>100.00</vUnCom>
    <vProd>10000.00</vProd>
  </prod>
  <imposto>
    <IBSCBS>
      <CST>CST-VIGENTE</CST>
      <cClassTrib>CCLASSTRIB-VIGENTE</cClassTrib>
      <gIBSCBS>
        <vBC>10000.00</vBC>
        <gIBSUF><pIBSUF>9.00</pIBSUF><vIBSUF>900.00</vIBSUF></gIBSUF>
        <gIBSMun><pIBSMun>8.00</pIBSMun><vIBSMun>800.00</vIBSMun></gIBSMun>
        <gCBS><pCBS>8.80</pCBS><vCBS>880.00</vCBS></gCBS>
      </gIBSCBS>
    </IBSCBS>
  </imposto>
</det>
<total>
  <vProd>10000.00</vProd>
  <IBSCBSTot><vIBS>1700.00</vIBS><vCBS>880.00</vCBS></IBSCBSTot>
</total>

Advertencia do modelo: as tags, percentuais e valores acima sao uma maquete explicativa. Antes de transmitir, substitua os marcadores, confira o XSD da Nota Tecnica vigente, calcule os valores com a tabela oficial e valide se IBS/CBS integram ou nao o total no periodo da operacao.

3.1.3 Roteiro equivalente para uma NFS-e de R$ 10.000,00

Cenario: prestacao de consultoria mensal por R$ 10.000,00.

  1. Selecionar NFS-e e o ambiente correto.
  2. Informar prestador, tomador, competencia e local da operacao.
  3. Informar descricao da consultoria, codigo do servico e valor de R$ 10.000,00.
  4. Consultar CST/cClassTrib e grupos IBS/CBS da versao NFS-e aplicavel.
  5. Calcular IBS-UF, IBS-Mun e CBS com as aliquotas oficiais, sem reutilizar automaticamente os percentuais da NF-e.
  6. Transmitir, conferir autorizacao e arquivar XML, DPS/NFS-e, protocolo e eventos.

4. Operacoes nao onerosas a partir de 2027

Distincao essencial: “nao onerosa” significa que nao existe contraprestacao. Isso nao significa automaticamente “sem IBS/CBS” nem “sem nota”. Pela regra citada no PDF, fornecimentos nao onerosos somente sao tributados quando houver previsao expressa. A obrigacao de emitir documento fiscal pode continuar mesmo quando o imposto for zero, imune ou nao incidente.

A partir de 2027, a empresa deve classificar cada fornecimento gratuito em uma das quatro categorias abaixo:

CategoriaTratamentoAcao de emissao
Não onerosa tributadaIBS/CBS incidem porque a LC 214 previu expressamente a situacao.Emitir o DF-e aplicavel, informar base, CST, cClassTrib e tributos.
Não incidênciaIBS/CBS nao incidem na hipotese legal, mas o documento pode ser obrigatorio.Emitir com classificacao de nao incidencia, sem criar credito indevido.
ImunidadeA operacao e protegida por imunidade constitucional ou legal.Emitir com CST/cClassTrib de imunidade conforme tabela vigente.
Onerosa disfarçadaHa beneficio, pagamento, troca ou vantagem economica, ainda que o contrato use “doacao” ou “gratuito”.Tratar como fornecimento oneroso e documentar a contraprestacao.

4.1 Fornecimentos nao onerosos que podem ser tributados

Operacao gratuita ou abaixo do mercadoQuando o PDF indica incidenciaComo emitir
Uso ou entrega de bens/servicos adquiridos com credito para o proprio contribuinte pessoa fisica.Quando a aquisicao permitiu credito de IBS/CBS.Emitir documento pelo fornecimento e tributar conforme valor e classificacao aplicaveis.
Fornecimento a socios, acionistas, administradores, conselheiros e comites.Bens/servicos adquiridos com credito ou produzidos/prestados pelo contribuinte para essas pessoas.Identificar o beneficiario real, valorar a operacao e preencher IBS/CBS.
Fornecimento a empregados e familiares alcançados pela regra.Quando enquadrado nos parentes, conjuges ou companheiros indicados no material e houver a condicao legal de credito/fornecimento.Emitir documento e manter comprovacao do beneficiario e do valor.
Brindes.Regra geral de incidencia expressa do PDF.Emitir documento com item, quantidade, valor e classificacao tributaria.
Bonificacao.Incide, salvo bonificacao que conste do documento fiscal e nao dependa de evento posterior.Incluir a bonificacao na propria nota quando a excecao for aplicavel; caso contrario, tratar conforme a regra de incidencia.
Devolucao de capital, dividendos in natura ou outra transferencia a socio/acionista nao contribuinte regular.Quando os bens geraram credito ao contribuinte, inclusive na producao.Emitir documento de saida, identificar o socio e calcular conforme a regra expressa.
Fornecimento a parte relacionada.Demais fornecimentos nao onerosos ou abaixo do mercado de bens/servicos por contribuinte a parte relacionada.Documentar, demonstrar a relacao e observar a base e a classificacao exigidas.
Doacao de bem/servico que gerou credito ao doador.O doador deve escolher: tributar pelo valor de mercado ou anular os creditos.Emitir documento; usar o tratamento de doacao e registrar estorno/anulacao quando escolhido.

Exemplo: uma empresa doa equipamento adquirido por R$ 10.000,00 e apropriou credito. Ela deve avaliar a tributacao pelo valor de mercado ou a opcao de anular os creditos. A ausencia de pagamento nao autoriza simplesmente informar valor zero.

4.2 Fornecimentos nao onerosos sem incidencia de IBS/CBS

Hipotese do PDFRegra de emissao
Servicos prestados por pessoa fisica em relacao de emprego.Sem IBS/CBS nessa hipotese; folha e demais documentos trabalhistas nao sao substituidos por NF-e/NFS-e apenas por esta regra.
Servicos prestados por administradores, conselheiros e comites nas condicoes do artigo citado.Sem incidencia na hipotese legal; conservar contratos e comprovantes.
Transferencia de bens entre estabelecimentos do mesmo contribuinte.Sem incidencia, mas o PDF destaca obrigatoriedade de documento fiscal eletronico. Emitir NF-e de transferencia com classificacao vigente.
Baixa, liquidacao e transmissao de participacao societaria.Sem incidencia, ressalvada a hipotese especifica de bens entregues a socio que geraram credito.
Transmissao de bens por fusao, cisao, incorporacao, integralizacao ou devolucao de capital.Sem incidencia, ressalvada a transferencia tributada expressamente pela regra de bens a socio/acionista.
Rendimentos financeiros nas hipoteses gerais.Sem incidencia, salvo regime especifico de servicos financeiros e demais excecoes.
Dividendos, juros sobre capital proprio, juros ou remuneracao ao capital de cooperativas e resultados de avaliacao societaria.Sem incidencia, observada a ressalva de bens entregues a socio que geraram credito.
Demais operacoes com titulos e valores mobiliarios.Sem incidencia, exceto regime especifico de servicos financeiros e outras hipoteses legais.
Doacao sem contraprestacao em beneficio do doador.Sem incidencia; se o bem/servico gerou credito, escolher tributacao a valor de mercado ou anulacao dos creditos.
Transferencias de recursos publicos e bens publicos para organizacoes da sociedade civil sem fins lucrativos pelos instrumentos listados.Sem incidencia conforme a hipotese; guardar o termo, convenio, contrato ou instrumento equivalente.
Destinacao de recursos de cooperativa para fundos legais e reversao das reservas.Sem incidencia nas condicoes do artigo citado.
Repasse da cooperativa aos associados de valores das operacoes previstas na LC e distribuicao em dinheiro das sobras.Sem incidencia, ressalvada a hipotese de bens entregues a socio com credito.
Contribuicoes associativas estatutarias sem natureza contraprestacional para associacoes civis sem fins economicos que atendam aos requisitos legais.Sem incidencia; documentar a natureza estatutaria e nao contraprestacional.

4.3 Doacoes: roteiro de emissao

  1. Confirmar que nao existe publicidade, servico, permuta, pagamento ou outra vantagem ao doador.
  2. Verificar se o item doado gerou credito de IBS/CBS, inclusive na producao.
  3. Se nao gerou credito, emitir com classificacao de doacao sem contraprestacao conforme tabela vigente.
  4. Se gerou credito, escolher entre tributar pelo valor de mercado ou anular os creditos.
  5. Emitir o documento fiscal exigido, descrever o item e registrar a finalidade da doacao.
  6. Guardar termo de doacao, comprovante de entrega, avaliacao de mercado e memoria de estorno quando aplicavel.

4.4 Imunidades que podem envolver fornecimento sem contraprestacao

O PDF lista como imunes, nas condicoes constitucionais e legais:

As imunidades nao se aplicam automaticamente a aquisicoes feitas pelas entidades. Tambem nao se aplicam a exploracao economica privada ou a fornecimento com contraprestacao quando a propria regra fizer essa ressalva.

4.5 Demonstracao de uma operacao nao onerosa em 2027

Cenario: empresa transfere 20 unidades de estoque, avaliadas em R$ 10.000,00, da filial A para a filial B, sem venda e sem pagamento.

<det nItem="1">
  <prod>
    <xProd>Produto transferido entre filiais</xProd>
    <NCM>NCM-VIGENTE</NCM>
    <qCom>20.0000</qCom>
    <vUnCom>500.00</vUnCom>
    <vProd>10000.00</vProd>
  </prod>
  <imposto>
    <IBSCBS>
      <CST>410</CST>
      <cClassTrib>410002</cClassTrib>
    </IBSCBS>
  </imposto>
</det>

O codigo acima e o exemplo apresentado no PDF para transferencia e deve ser confirmado na tabela e no leiaute vigentes antes de uso. A operacao pode continuar exigindo outros tributos, campos ou regras estaduais.

3.2 Troca ou permuta

Cenario: a empresa A entrega equipamentos de R$ 50.000,00 e recebe veiculos do mesmo valor.

3.3 Dacao em pagamento

Cenario: uma maquina de R$ 80.000,00 e entregue para quitar uma divida.

3.4 Locacao

Cenario: locacao de maquina por R$ 5.000,00 mensais.

3.5 Licenciamento, concessao e cessao

Cenario: licenca anual de software por R$ 12.000,00, paga em parcelas mensais.

3.6 Mutuo oneroso

Cenario: emprestimo de R$ 100.000,00 com juros de R$ 10.000,00.

O PDF reconhece o mutuo oneroso como operacao onerosa, mas nao apresenta XML proprio. O documento a emitir deve ser definido pela natureza da remuneracao, pelo sujeito passivo e pelo leiaute aplicavel. Nao se deve inventar um modelo unico de NF-e ou NFS-e.

3.7 Doacao com contraprestacao

Cenario: entrega de bens em troca de publicidade ou divulgacao.

Apesar do nome “doacao”, existe beneficio economico ao doador. A operacao deve ser analisada como fornecimento com contraprestacao, com documento fiscal e tributacao correspondentes ao bem ou servico.

3.8 Direito real oneroso

Cenario: constituicao de direito de uso mediante pagamento de R$ 200.000,00.

3.9 Arrendamento e arrendamento mercantil

Cenario: arrendamento mercantil de equipamento por R$ 120.000,00 em parcelas.

3.10 Prestacao de servicos

Cenario: consultoria por R$ 20.000,00.

5. Situacoes especiais

Pagamento antecipado

Venda de R$ 100.000,00 com R$ 30.000,00 pagos antes da entrega:

  1. Na parcela antecipada, calcular a antecipacao sobre R$ 30.000,00.
  2. Na entrega, calcular os tributos definitivos sobre o valor total.
  3. Comparar antecipacao e valor definitivo.
  4. Se o fornecimento nao ocorrer, aplicar as regras de cancelamento.

Devolucao e cancelamento

Exportacao

O PDF apresenta exportacao como imune e demonstra:

<IBSCBS>
  <CST>410</CST>
  <cClassTrib>410004</cClassTrib>
</IBSCBS>

Transferencia entre estabelecimentos

A emissao e obrigatoria mesmo entre estabelecimentos do mesmo contribuinte. O PDF associa o exemplo a:

<CST>410</CST>
<cClassTrib>410002</cClassTrib>

Bonificacao e doacao

O PDF apresenta para bonificacao que consta no documento e nao depende de evento posterior:

<CST>410</CST>
<cClassTrib>410001</cClassTrib>

Para doacao sem contraprestacao, menciona `cClassTrib` 410003 ou 410026 conforme existencia e anulacao de credito.

Reducao de aliquota

Exemplo do PDF: escovas de dentes, base de R$ 200,00, reducao de 60%, `CST` 200 e `cClassTrib` 200035. O documento demonstra os grupos `gIBSUF`, `gIBSMun`, `gIBS`, `gCBS` e `gRed`, com aliquotas efetivas reduzidas.

6. Documentos e cronograma indicado no PDF

InicioDocumento ou obrigacao
03/08/2026NF-e, NFC-e, CT-e, CT-e OS, BP-e em hipoteses indicadas, MDF-e, GTV-e, NF3e, DC-e e NFS-e Via.
01/10/2026NFS-e para servicos sujeitos ao ISS nas hipoteses gerais; NFCom; DIR e eventos de regimes especificos.
01/12/2026NFS-e em hipoteses especificas, locacao de bens moveis e determinados imoveis, NFGas, NFAg e NF-e ABI.
01/01/2027NF-e para operacoes sujeitas a tributacao monofasica e documentos especificos de optantes pelo Simples, conforme o PDF.

O contribuinte deve acompanhar as atualizacoes das Notas Tecnicas no portal indicado no proprio PDF.

7. Checklist antes da autorizacao

8. Estrutura comum de qualquer documento fiscal eletronico

Os nomes exatos das tags variam conforme o DF-e. A estrutura abaixo e um mapa de conferencia, nao um XML pronto para producao. O leiaute oficial, o XSD e as regras de validacao da versao ativa sempre prevalecem.

CamadaO que conferirRisco de erro
IdentificacaoModelo, versao, ambiente, numero, serie, data/hora, finalidade e tipo de operacao.Documento duplicado, finalidade incorreta ou rejeicao por ambiente.
EmitenteCNPJ/CPF quando admitido, inscricao, endereco e autorizacao para emitir.Cadastro suspenso, inapto, baixado ou divergente.
Adquirente/destinatarioIdentificacao e endereco de quem compra ou recebe, sem confundir adquirente com destinatario.Documento inidoneo por pessoa incorreta.
FornecimentoBem, servico, quantidade, unidade, preco, descontos, frete, seguro, pagamento e datas.Base de calculo ou momento do fato gerador incorretos.
TributacaoIBS UF, IBS municipio, CBS, CST, cClassTrib, reducao, diferimento, suspensao, credito e regimes especificos.Tributacao indevida, falta de credito ou rejeicao.
ReferenciasChaves de documentos anteriores, devolucao, pagamento antecipado, nota de credito/debito e eventos.Duplicidade, ajuste sem origem ou creditos nao vinculados.
Assinatura e autorizacaoCertificado, assinatura digital, schema, regras de validacao, protocolo e armazenamento do XML.Documento sem validade ou sem prova de autorizacao.
Regra de engenharia: mantenha no ERP uma tabela versionada por vigencia de XSD, Nota Tecnica, NCM, CFOP, CST e cClassTrib. Nao codifique aliquota, codigo ou tag somente pelo texto de um blog.

9. Estruturas por tipo de documento

Os blocos seguintes desenham o fluxo e os grupos que devem existir ou ser avaliados. Eles nao devem ser copiados diretamente para producao: cada documento possui namespace, assinatura, XSD, campos obrigatorios e regras de autorizacao proprios.

8.1 NF-e, modelo 55: mercadorias, bens e operacoes de saida/entrada

<NFe>
  <infNFe>
    <ide>identificacao, serie, numero, emissao, finalidade, ambiente</ide>
    <emit>emitente, CNPJ/IE e endereco</emit>
    <dest>adquirente/destinatario</dest>
    <det>
      <prod>NCM, descricao, quantidade, unidade, valores e GTIN</prod>
      <imposto>tributos tradicionais + <IBSCBS>...</IBSCBS></imposto>
    </det>
    <total>totais do documento e totalizadores IBS/CBS</total>
    <transp>frete e transporte</transp>
    <pag>meios e condicoes de pagamento</pag>
    <infAdic>informacoes complementares</infAdic>
    <infRespTec>responsavel tecnico, quando exigido</infRespTec>
  </infNFe>
  <Signature>assinatura digital</Signature>
</NFe>

Usar para: venda, permuta, dação, transferencia, devolucao, bonificacao, exportacao, operacoes com ativo e demais fornecimentos de bens quando a NF-e for o documento aplicavel. O grupo de IBS/CBS normalmente deve ser informado por item e totalizado no documento, conforme a Nota Tecnica ativa.

Pontos criticos: NCM e descricao coerentes; GTIN quando aplicavel; CFOP; finalidade; referencia da NF-e original em devolucao; `gCompraGov` para a hipotese governamental indicada no PDF; `gTribRegular` quando o beneficio exigir controle da tributacao normal.

8.2 NFC-e, modelo 65: venda ao consumidor final

<NFC-e>
  <infNFe>
    <ide>modelo 65, serie, numero, emissao e ambiente</ide>
    <emit>estabelecimento emissor</emit>
    <dest>quando a identificacao for exigida ou informada</dest>
    <det>produto, NCM, quantidade, valor, CST/cClassTrib e IBS/CBS</det>
    <total>totais e IBS/CBS conforme regras vigentes</total>
    <pag>pagamento</pag>
    <infAdic>informacoes ao consumidor</infAdic>
  </infNFe>
  <Signature>assinatura digital</Signature>
</NFC-e>

Usar para: venda presencial ou entrega a consumidor final quando a regra estadual e o enquadramento permitirem NFC-e. Nao utilizar NFC-e para substituir NF-e quando a operacao ou o destinatario exigirem modelo 55.

8.3 NFS-e: servicos, bens imateriais, locacoes e hipoteses do padrao nacional

<NFS-e>
  <infNFSe>
    <identificacao>numero, competencia, emissao e ambiente</identificacao>
    <emitente>prestador, CNPJ/CPF quando admitido e municipio</emitente>
    <tomador>tomador e local da operacao</tomador>
    <servico>descricao, codigo do servico, NBS/municipal e valores</servico>
    <IBSCBS>classificacao e valores conforme NT 008/009 e versao ativa</IBSCBS>
    <ISSQN>quando aplicavel ao periodo e ao servico</ISSQN>
    <totais>base, retencoes, descontos e valor liquido</totais>
  </infNFSe>
</NFS-e>

Usar para: consultoria, servicos sujeitos ao ISS, servicos continuados, bens imateriais em hipoteses previstas, locacao de bens moveis e outras hipoteses do cronograma. A documentacao tecnica do portal NFS-e possui areas distintas para producao, homologacao, APIs e RTC; a versao correta deve ser escolhida antes do desenvolvimento.

Atualizacao oficial: a SE/CGNFS-e informou que a ausencia de IBS/CBS na NFS-e ate 31/12/2026 nao provoca rejeicao automatica, mas pode caracterizar desconformidade sujeita a regras e sancoes. Nao confundir “nao rejeitar” com “dispensa de cumprir”.

8.4 CT-e, modelo 57: transporte de carga

<CTe>
  <infCte>
    <ide>modelo, serie, numero, emissao, modal e tipo de servico</ide>
    <emit>transportador</emit>
    <rem>remetente</rem>
    <exped>expedidor, quando houver</exped>
    <receb>recebedor, quando houver</receb>
    <dest>destinatario</dest>
    <vPrest>prestacao, componentes e valor</vPrest>
    <imp>tributos, IBS/CBS e classificacao conforme NT ativa</imp>
    <infCarga>valores, produtos, documentos vinculados e carga</infCarga>
    <autXML>autorizados a acessar o XML, quando aplicavel</autXML>
  </infCte>
  <Signature>assinatura digital</Signature>
</CTe>

O PDF indica que o fato gerador do transporte iniciado no Brasil ocorre no inicio do transporte. A Nota Tecnica 2026.002 do CT-e trata, entre outros pontos, de antecipacao de pagamento, IBS/CBS e regras de validacao. O CT-e nao substitui a NF-e da mercadoria.

8.5 CT-e OS, modelo 67: outros servicos de transporte

<CTeOS>
  <infCte>identificacao, emitente, tomador, prestacao e valores</infCte>
  <imp>tributos tradicionais e IBS/CBS conforme a NT do CT-e OS</imp>
  <Signature>assinatura digital</Signature>
</CTeOS>

Escolha o CT-e OS somente quando a operacao estiver no seu escopo. O tomador, o tipo de servico, o percurso e os documentos vinculados devem ser coerentes com o contrato de transporte.

8.6 BP-e, modelo 63: transporte de passageiros

<BPe>
  <infBPe>identificacao, emitente, passageiro, bilhete, trajeto e valor</infBPe>
  <imp>tributacao e IBS/CBS conforme NT do BP-e</imp>
  <Signature>assinatura digital</Signature>
</BPe>

O cronograma oficial diferencia transporte semiurbano/metropolitano e transporte aereo, com datas especificas de obrigatoriedade. Confira a categoria antes de ativar a regra no emissor.

8.7 MDF-e, modelo 58: manifesto da carga

<MDFe>
  <infMDFe>emitente, modal, percurso, veiculos e documentos vinculados</infMDFe>
  <Signature>assinatura digital</Signature>
</MDFe>

O MDF-e organiza a carga e vincula documentos de transporte e mercadorias. Ele nao e a nota de venda nem substitui NF-e ou CT-e.

8.8 GTV-e, modelo 64: transporte de valores

<GTVe>
  <infGTVe>emitente, contratante, origem, destino, valores e trajeto</infGTVe>
  <imp>tributacao e IBS/CBS conforme NT do GTV-e</imp>
  <Signature>assinatura digital</Signature>
</GTVe>

8.9 NF3e, modelo 66: energia eletrica

<NF3e>
  <infNF3e>emitente, consumidor, unidade, periodo e medicao</infNF3e>
  <det>fornecimento, consumo, tarifas e valores</det>
  <IBSCBS>quando exigido pelo leiaute vigente</IBSCBS>
  <total>totais da fatura e tributos</total>
  <Signature>assinatura digital</Signature>
</NF3e>

8.10 NFCom, modelo 62: comunicacao

<NFCom>
  <infNFCom>emitente, assinante, periodo e contrato</infNFCom>
  <det>servicos de comunicacao, itens e valores</det>
  <IBSCBS>tributacao conforme NT NFCom RTC</IBSCBS>
  <total>totais e cobranca</total>
  <Signature>assinatura digital</Signature>
</NFCom>

8.11 NFGas, modelo 76, e NFAg, modelo 75

Esses documentos seguem a logica de fatura eletronica setorial:

<DocumentoSetorial>
  <identificacao>emitente, consumidor, contrato e periodo</identificacao>
  <fornecimento>medicao, quantidade, unidade, tarifa e valores</fornecimento>
  <IBSCBS>grupos previstos na NT especifica</IBSCBS>
  <total>total da cobranca e tributos</total>
  <Signature>assinatura digital</Signature>
</DocumentoSetorial>

O emissor deve seguir o schema especifico de gas ou agua/saneamento; nao reutilizar o XML de NF-e.

8.12 NFS-e Via: exploracao de via

<NFSeVia>
  <identificacao>concessionaria, trecho, periodo e documento</identificacao>
  <fornecimento>exploracao da via, tarifa, passagem ou receita</fornecimento>
  <IBSCBS>campos da documentacao tecnica NFS-e Via</IBSCBS>
  <total>total e tributos</total>
</NFSeVia>

O portal nacional da NFS-e mantem pagina propria de documentacao tecnica para NFS-e Via.

8.13 DC-e, modelo 99: declaracao de conteudo

<DCe>
  <identificacao>remetente, destinatario, numero e emissao</identificacao>
  <conteudo>descricao, quantidade, valor declarado e embalagem</conteudo>
  <transporte>informacoes exigidas pelo leiaute</transporte>
  <Signature>assinatura digital ou mecanismo previsto</Signature>
</DCe>

A DC-e nao deve ser usada para ocultar venda ou substituir documento fiscal exigido. Ela se destina a declaracao de conteudo nas hipoteses previstas.

8.14 Duimp e DIR: importacoes

<DeclaracaoImportacao>
  <declarante>importador e representante</declarante>
  <carga>mercadoria, origem, quantidade e valores aduaneiros</carga>
  <tributacao>tributos e regimes aduaneiros</tributacao>
  <documentos>fatura, conhecimento e documentos vinculados</documentos>
</DeclaracaoImportacao>

O cronograma citado no ato oficial indica Duimp para importacao de bens materiais a partir de 01/01/2027 e DIR a partir de 01/10/2026. A declaracao aduaneira nao deve ser confundida com a NF-e de entrada que possa ser exigida em etapa propria.

8.15 NF-e ABI, modelo 77: alienacao de bens imoveis

<NFeABI>
  <ide>identificacao, serie, numero, emissao e finalidade</ide>
  <emit>alienante ou responsavel definido</emit>
  <adquirente>identificacao e qualificacao</adquirente>
  <imovel>CIB/endereco, matricula, area e valor</imovel>
  <IBSCBS>tratamento tributario conforme NT especifica</IBSCBS>
  <total>valor da alienacao e tributos</total>
</NFeABI>

O PDF e o ato oficial indicam inicio em 01/12/2026. Antes da emissao, confirme a definicao do responsavel e os campos de identificacao do imovel no leiaute vigente.

10. Fluxo seguro de emissao e autorizacao

  1. Classificar: identificar bem, servico, contraprestacao, local, adquirente e destinatario.
  2. Escolher o DF-e: NF-e, NFC-e, NFS-e, CT-e, CT-e OS, BP-e, MDF-e ou documento setorial.
  3. Determinar o momento: entrega, inicio ou termino do transporte, termino do servico, exigibilidade da parcela ou pagamento antecipado.
  4. Parametrizar: NCM/NBS, CFOP ou codigo de servico, CST, cClassTrib, regime, beneficio e aliquotas.
  5. Montar o XML: preencher identificacao, emitente, destinatario, itens, tributos, totais, referencias e assinatura.
  6. Validar localmente: XSD, casas decimais, totais, regras de negocio, certificado e ambiente.
  7. Transmitir: enviar ao autorizador correto e guardar XML, protocolo, DANFE/DANFSe e eventos.
  8. Tratar retorno: autorizacao, rejeicao, denegacao, contingencia ou evento; nunca considerar uma tentativa como nota autorizada.
  9. Monitorar: atualizar tabelas e regras a cada nova versao de Nota Tecnica, informe, ato ou schema.
Validacao operacional: teste primeiro em homologacao com casos normais, devolucao, cancelamento, pagamento antecipado, beneficio, imunidade, exportacao, transferencia e contingencia. So depois promova o mesmo conjunto de regras para producao.

11. Fontes oficiais e controle de versao

As paginas consultadas na revisao devem ser tratadas como pontos de controle, e nao como substitutas dos XSD e das Notas Tecnicas.

Orgao/portalUso recomendadoEndereco
Portal Nacional da NF-eNotas Tecnicas, esquemas XML, informes, NCM, CFOP e disponibilidade.nfe.fazenda.gov.br/portal
Portal do CT-eNotas Tecnicas e documentos de CT-e, CT-e OS e GTV-e.cte.fazenda.gov.br/portal
Portal NFS-eDocumentacao de producao, homologacao, APIs, RTC, NFS-e Via e noticias do CGNFS-e.gov.br/nfse/pt-br
Receita FederalReforma Tributaria, orientacoes e atos conjuntos com o CGIBS.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/reforma-tributaria
CGIBSRegulamentos, atos e comunicados do IBS.cgibs.gov.br

Na consulta de 21/09/2026, o Portal da NF-e informava atualizacao da tabela de CFOP pelo Informe Tecnico 2023.002 v.2.10, atualizacao de NCM pelo Informe Tecnico 2024.001 v.2.40 e publicacao do Ato Conjunto RFB/CGIBS no 2/2026. O Portal do CT-e informava as Notas Tecnicas 2026.002 e o Ato Conjunto RFB/CGIBS no 4/2026. Essas publicacoes demonstram que o emissor deve controlar versoes continuamente.

12. Emissores recomendados e videos

Conclusao pratica: nao existe um unico emissor oficial para todos os modelos. A NFS-e possui Emissor Nacional; NF-e, NFC-e e documentos de transporte dependem de sistema autorizado e integrado a SEFAZ; energia, agua, gas e comunicacao normalmente exigem sistemas setoriais proprios.
ModeloSistema recomendadoVideo ou pesquisa de passo a passo
NFS-eEmissor Nacional da NFS-eCadastro no Portal NFS-e
Emissao pelo Emissor Web
Emissao pelo NFS-e Mobile
NF-e modelo 55ERP/emissor fiscal integrado a SEFAZ.Pesquisa de videos NF-e
Nota Tecnica RTC
NFC-e modelo 65Sistema credenciado na SEFAZ estadual.Pesquisa por SEFAZ
NFC-e RTC
CT-e modelo 57ERP especializado e autorizado pela SEFAZ.Passo a passo CT-e
CT-e NT 2026.002
CT-e OS modelo 67ERP de transporte com leiaute CT-e OS.Passo a passo CT-e OS
MDF-e modelo 58Sistema de transporte integrado ao CT-e/NF-e.Passo a passo MDF-e
BP-e modelo 63Sistema próprio da empresa de transporte de passageiros.Passo a passo BP-e
BP-e RTC
NFCom modelo 62Sistema próprio de comunicação integrado à SEFAZ.Passo a passo NFCom
NF3e modelo 66Sistema da distribuidora/concessionaria de energia.Passo a passo NF3e
NFGas modelo 76Sistema setorial de fornecimento de gas.Passo a passo NFGas
NFAg modelo 75Sistema setorial de agua e saneamento.Passo a passo NFAg
NFS-e ViaPortal e sistema especifico da NFS-e Via.Documentacao oficial
Pesquisa de videos
Duimp/DIRPortal Siscomex e sistemas aduaneiros.Passo a passo Duimp
Passo a passo DIR
NF-e ABI modelo 77Sistema conforme leiaute especifico da alienacao de imoveis.Pesquisa de videos NF-e ABI

12.1 Como escolher o sistema com maxima eficacia

  1. Confirmar se o sistema atualiza XSD e Notas Tecnicas automaticamente.
  2. Verificar tabelas oficiais de NCM, CFOP, CST e cClassTrib.
  3. Exigir ambiente de homologacao antes da producao.
  4. Testar autorizacao, rejeicao, cancelamento, devolucao e contingencia.
  5. Conferir calculo por vigencia de IBS/CBS, regime, UF/municipio e item.
  6. Confirmar armazenamento do XML, protocolo, DANFE/DANFSe e eventos.
  7. Validar suporte aos modelos realmente usados pela empresa.

Nota sobre videos: os tres links da NFS-e sao divulgados pelo Portal oficial da NFS-e. Para os demais modelos, os links indicam pesquisas tematicas; o video deve ser conferido contra a Nota Tecnica e a SEFAZ da UF antes de aplicar o procedimento.

13. Referencias do PDF e fontes consultadas